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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Matar ou Correr - Inalda Vieira, Oscarito e Grande Otelo

Para que possamos relembrar o Cinema Nacional com grandes Artistas,  eu  destaco: Inalda Vieira, Oscarito e o Grande Otelo.

A História não pode morrer, ela deve ser passada sempre adiante.
Você faz parte da História assim como eu. 
Eu recomendo!!!


Acesse o link: Filme Matar ou Correr (Atlântida)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Egito pede desculpas ao Brasil por tratamento dado a jornalistas

Fonte: Jornal o Extra online

Eliane Oliveira

BRASÍLIA - O governo egípcio, através de sua embaixada em Brasília, entregou uma carta ao Itamaraty pedindo desculpas pelo constrangimento vivido pelos jornalistas brasileiros detidos e praticamente expulsos do país.
Enviados para cobrir a crise egípcia, Corban Costa, da Rádio Nacional, e Gilvan Rocha, da TV Brasil, foram presos logo que chegaram ao Cairo. Eles passaram uma noite na delegacia e chegaram a ser vendados.
"O tratamento (dado aos jornalistas) foi totalmente lamentável e inaceitável e nós gostaríamos de pedir desculpas por quaisquer inconvenientes", diz um trecho da carta.
O comunicado diz que os brasileiros "têm um lugar especial" em corações e mentes do povo do Egito e pede, ainda, que todos rezem para que tudo saia bem.
Segundo um balanço da organização Repórteres sem Fronteiras, ao menos 75 jornalistas foram atacados nos últimos dias e 57, detidos ou sequestrados, no Egito desde o início dos protestos contra o ditador Hosni Mubarak.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Quais mudanças a Independência do Brasil trouxe de imediato para o país?

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/quais-mudancas-independencia-brasil-trouxe-imediato-pais-496325.shtml

A elite proprietária de terras garantiu liberdade econômica, mas no plano social nada mudou


A proclamação da Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, foi um passo decisivo para o início da organização do estado brasileiro. "Significou soberania para que o país pudesse estabelecer suas normas políticas e sua administração pública. Tanto é que dois anos depois, o Brasil já tinha sua primeira constituição", explica Carla Ferretti, professora de História do Brasil da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Até hoje há controvérsias entre os estudiosos a respeito da data da Independência e mesmo do papel ativo de D. Pedro I para que ela se efetivasse. “Houve uma pressão muito grande para que isso acontecesse", diz a professora. Isso porque os proprietários rurais e de escravos temiam perder a liberdade econômica que ganharam com a vinda da família Real em 1808 e a abertura dos portos. Quando D. João VI voltou para Portugal em 1820, o clima político indicava que o Brasil sofreria um cerceamento de liberdade novamente.


Esse movimento por liberdade econômica e política não acontecia apenas aqui no país, mas estava propagado por toda a América. “Era um reflexo da independência das colônias americanas”, diz a professora.
A independência, no entanto, não resultou em transformações políticas profundas, nem tampouco sociais, porque D. Pedro já governava o país desde que D. João VI havia voltado para Portugal. “Na verdade foi uma independência sem muitas mudanças no quadro político e social do país”, afirma a historiadora. 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Senado da Itália reprova decisão sobre Battisti

Andrei Netto e Felipe Werneck - O Estado de S.Paulo
O Senado da Itália aprovou ontem, por unanimidade, moção pedindo ao primeiro-ministro Silvio Berlusconi todo empenho pela extradição do ex-guerrilheiro Cesare Battisti, preso no Brasil. O ato, sem nenhum poder coercitivo, reflete a força do tema na opinião pública italiana.
O documento pede que o governo "percorra todos os caminhos da Justiça oferecidos pelo Supremo Tribunal Federal e, eventualmente, pelo Tribunal Internacional de Justiça", segundo a deputada Sabina Rossa.
No Rio, o presidente do STF, Cezar Peluso, previu que o caso deve ser decidido em fevereiro. Segundo ele, a corte vai analisar as razões alegadas pelo presidente Lula para justificar a permanência de Battisti. "O que o STF decidiu é que o presidente deveria agir nos termos do tratado. É isso que o STF vai examinar." 

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110119/not_imp668108,0.php

Parlamento Europeu vota pedido de extradição de Battisti para Itália.

O Parlamento Europeu vota nesta quinta-feira uma resoluçãoo pedindo às autoridades brasileiras que concedam a extradição de Batttisti à Itália. Ontem, o eurodeputado italiano Mario Mauro, do conservador Partido Popular Europeu, organizou uma entrevista coletiva no Parlamento, em Estrasburgo, com a participação dos familiares das vítimas do grupo do qual Battisti fazia parte nos anos 70.                                                             
O eurodeputado italiano Mario Mauro, do PartidoPopular Europeu, deu uma entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, ao lado de familiares de vítimas de Cesare Battisti, para sensibilizar os eurodeputados sobre a importância de se obter a extradição do ex-ativista para a Itália.
Participaram da coletiva Alberto Torregiani, Maurizio Campagna, Alessandro Santoro e Adriano Sabbadin. Torregiani ficou paralítico e assim como Santoro e Sabbadin perdeu o pai assassinado pelo grupo Proletários Armados pelo Comunismo, o grupo de Battisti, na década de 70. Campagna perdeu o irmão.
O Parlamento Europeu vota nesta quinta-feira uma resolução pedindo às autoridades brasileiras que concedam a extradição de Battisti. Citando as excelentes relações entre a União Europeia e o Brasil, o texto expressa o desapontamento dos eurodeputados com a decisão das autoridades brasileiras em negar o pedido italiano, "uma atitude que mina os princípios básicos do direito penal", segundo a resolução.

O documento pede que a decisão sobre a extradição de Battisti seja revista, levando em consideração o julgamento ocorrido na Itália. Julgado à revelia, Battisti foi condenado à prisão perpétua por participação direta ou indireta em quatro crimes. O texto da resolução lembra que o respeito mútuo, aos direitos fundamentais, inclusive o direito de defesa, e de um tratamento equitável dos assuntos marcam a relação de parceria entre o Brasil e a União Europeia.

A resolução vai ser enviada a todos os governos do bloco europeu, à Comissão Europeia, à presidente Dilma Rousseff, ao presidente do Congresso brasileiro, e ao atual presidente do Mercosul, o paraguaio Fernando Lugo.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, disse esta semana que vai reexaminar o caso Battisti, em fevereiro, levando em conta o tratado de extradição firmado entre o Brasil e a Itália. Peluzo afirmou que se o STF chegar à conclusão que a decisão tomada pelo ex-presidente Lula no último dia de seu governo contrariar o tratado, o tribunal poderá aceitar o pedido de extradição de Battisti para a Itália.

José Francisco Rezek, ex-juiz na Corte de Haia.
"A Constituição do Brasil e o tratado bilateral Brasil-Itália preveem certas coisas. Os dois textos estarão sendo violados na medida em que o Brasil não efetive essa extradição."


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cesare Battisti e a verdade histórica

Postado ontem, 16 de janeiro de 2011, 19:50:23 | Por José Augusto Miranda

Será que os brasileiros foram mais uma vez engandos? Ou será uma manipulação? Lula falou de crime político e opos-se à extradição de Cesare Battisti. Bernard-Henry Levy, filósofo frances, coloca no seu Blog a foto de Battisti ao lado da iraniana condenada à lapidação sem nenhuma explicação.
No jornal Le Monde do dia 16-17 de Janeiro de 2011, o escritor Antonio Tabucchi explica toda a hitória do "santinho" Battisti e a história de uma manipulação bem sucedida.
O leitor julgue por si mesmo!
Cesare Battisti, simples criminoso de direito comum, era um ladrão de supermercados. A sua trite história mudou quando foi condenado à prisão perpétua por quatro homicídios, sendo que em dois, abateu as vítimas com um tiro de revolver na nuca.
Na prisão aproximou-se de um grupo terrorista chamado PAC, proletários armados pelo comunismo. Com a ajuda destes terroristas conseguiu fugir da prisão e, a partri daí, os seus roubos mudaram de "natureza", deixaram de ser roubo e ataques à mão armada e tornaram-se "expropriações proletarianas". 
Clandestinamente Battisti fogiu para França, certo de que conseguiria asilo político. Mas a lei era clara e não abrangia quem praticasse crime de sangue.
Segundo hipóteses levantadas por alguns jornais como o "Fatto Quotidiano" de 8 de Janeiro, Battisti colaborou com a polícia, passando todas as informações que sabia sobre o terrorismo internacional. Como recompensa, segundo este jornal, o governo francês deu-lhe o "título" de refugiado político. Pouco depois, ele fugiu para o Brasil.
O que é mais ofensivo em toda esta história é que pessoas que não passaram por tudo aquilo por que passou o povo italiano, queiram e peçam a toda a Itália, tão superficialmente como fez o ex-presidente Lula, que coloque um véu sobre estes fatos, alegando tratar-se de crimes políticos, sem procurar a verdade histórica. 
Um dia esperamos saber a verdade: criminoso vulgar ou crimonoso político? Que diferença faz, a história dirá?